Você já ouviu falar no “golpe do amor”? Também conhecido como estelionato amoroso, afetivo ou emocional, esse tipo de crime envolve a manipulação emocional de vítimas com o objetivo de obter vantagens financeiras. Os criminosos criam vínculos românticos falsos, geralmente pela internet, e, após conquistar a confiança da vítima, passam a pedir dinheiro alegando emergências familiares, dívidas ou problemas de saúde.
Esses golpistas costumam criar perfis falsos em redes sociais e aplicativos de relacionamento, com fotos atrativas e histórias bem elaboradas. Eles podem se apresentar como brasileiros ou estrangeiros, sempre com o objetivo de parecer confiáveis e apaixonados. As conversas costumam evoluir rapidamente: em poucos dias já há declarações de amor, planos de casamento e promessas de futuro juntos.
Nesta semana, um homem foi preso no Rio de Janeiro após aplicar o golpe em uma mulher paraense. A vítima acreditava estar em um relacionamento com um estrangeiro e transferiu cerca de R$ 500 mil ao longo do tempo. Tudo não passava de uma farsa cuidadosamente planejada.
O golpe do amor pode ocorrer tanto presencialmente quanto online. Os criminosos criam um laço emocional com a vítima e usam técnicas de engenharia social para convencê-la a colaborar financeiramente. Abaixo, veja as características mais comuns do golpista:
Os golpistas costumam mirar em pessoas emocionalmente vulneráveis: pessoas solitárias, idosas, recém-divorciadas ou passando por dificuldades emocionais ou financeiras. Eles exploram o desejo de afeto e companheirismo, criando um vínculo artificial para gerar confiança e dependência.
Se você ou alguém próximo estiver passando por uma situação parecida, tome as seguintes medidas: