Saúde 19 CASOS DE MPOX
PARÁ CONFIRMA 19 CASOS DE MPOX E DUAS MORTES
PARÁ CONFIRMA 19 CASOS DE MPOX E DUAS MORTES
28/04/2025 14h07
Por: Redação Fonte: Jose Carlos

Pará confirma 19 casos de Mpox e duas mortes; autoridades descartam surto
As autoridades destacam que não há surto de Mpox no Pará e que os casos confirmados até o momento não possuem vínculo epidemiológico entre si

Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma) e a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) realizam, nesta segunda-feira (28), às 14h30, uma coletiva de imprensa para atualizar a população sobre os casos de Mpox registrados no estado. A coletiva ocorrerá na sede da Sespa, em Belém

Estarão presentes o secretário municipal de Saúde, Romulo Nina, e o secretário adjunto de Gestão da Política de Saúde da Sespa, Sipriano Ferraz.

Atualização sobre casos de Mpox no Pará

As autoridades destacam que não há surto de Mpox no Pará e que os casos confirmados até o momento não possuem vínculo epidemiológico entre si. Até o dia 23 de abril de 2025, foram confirmados 19 casos da doença no estado, sendo 14 em Belém, 3 em Ananindeua, 1 em Marituba e 1 caso importado de outro estado.

Nesse mesmo período, o estado registrou dois óbitos de pacientes diagnosticados com Mpox. Ambos apresentavam comorbidades que agravaram o quadro clínico. Uma das vítimas foi o cantor de forró Gutto Xibatada, que faleceu na última semana após complicações decorrentes da doença.

A doença gerou maior preocupação no estado depois da morte do cantor Gutto Xibatada, cuja causa ainda está sob investigação. O artista completaria 40 anos neste domingo (27).

De acordo com a secretaria, todos os óbitos tinham diagnóstico de MPOX, mas também apresentavam comorbidades, o que aumenta o risco de gravidade da doença.

ENTENDA:

MPOX

A Mpox é uma zoonose viral, ou seja, é transmitida entre pessoas e animais. A transmissão se dá, por exemplo, por contato próximo a fluidos corporais de uma pessoa contaminada ou por arranhões ou mordida do animal com a doença. Alguns dos sintomas são dor de cabeça, gânglios inchados e erupções na pele.

A "varíola dos macacos", como era então chamada a doença, foi identificada pela primeira vez justamente em colônias de macacos, em 1958.