

O desafio é grande, há sete anos sem vencer fora de casa em jogos eliminatórios em competições continentais, o cruz-maltino busca recuperação após o revés recente no clássico contra o Botafogo.
A última vitória vascaína como visitante em mata‑mata internacional aconteceu em 2018, contra a Universidad Concepción, do Chile, por 4 a 0, pela Libertadores. Apesar de encaminhar a classificação, o time decidiu em casa com o mesmo placar. Desde então, foram cinco confrontos fora, com três empates e duas derrotas.
Outro agravante será a altitude de Quito, quase 2.850 m. Durante a Sul-Americana de 2018, o Vasco sofreu um 3 a 1 da LDU na altitude no jogo de ida, e nem a vitória por 1 a 0 em São Januário foi suficiente para avançar.
O Vasco terminou em segundo lugar no Grupo G da Sul-Americana, acumulando oito pontos (duas vitórias, dois empates e duas derrotas), com oito gols marcados e sofridos, desempenho que o classificou aos playoffs. Já o Independiente del Valle, terceiro colocado na fase de grupos da Libertadores, migrou à Sul-Americana após eliminação precoce.
Fernando Diniz, pressionado após o tropeço contra o Botafogo, busca usar o duelo na altitude como ponto de virada. O objetivo é evitar que o histórico negativo se repita e, de preferência, conquistar uma vantagem significativa para a partida de volta no Rio de Janeiro.
Mín. 21° Máx. 36°