O título de “maior corno do mundo” existe, e é ocupado pelo paulista Vagner Macedo — que se orgulha tanto do apelido que solicitou ao Guinness World Records o reconhecimento oficial do “recorde de mais chifres”.
Em um relacionamento com a influenciadora Bella Mantovani há 19 anos, Vagner decidiu bater o recorde de traições como um confronto contra o preconceito com os cornos.
Em entrevista ao Correio, o casal afirma que o fetiche de cuckold – ver a parceira com outra pessoa – deve ser normalizado, pois muitas pessoas gostam, mas têm vergonha de assumir. “O fetiche é comum, as pessoas não precisam esconder o que têm vontade de fazer”, diz Vagner.
Embora a categoria de chifres não exista no livro de recordes, a solicitação foi mandada na espera da criação da nova modalidade. Segundo o manual de critério do Guinness, uma inscrição válida deve ser caracterizada por um feito mensurável, verificável e passível de ser superado.
O título de “maior corno do mundo” existe, e é ocupado pelo paulista Vagner Macedo — que se orgulha tanto do apelido que solicitou ao Guinness World Records o reconhecimento oficial do “recorde de mais chifres”.
Em um relacionamento com a influenciadora Bella Mantovani há 19 anos, Vagner decidiu bater o recorde de traições como um confronto contra o preconceito com os cornos.
Em entrevista ao Correio, o casal afirma que o fetiche de cuckold – ver a parceira com outra pessoa – deve ser normalizado, pois muitas pessoas gostam, mas têm vergonha de assumir. “O fetiche é comum, as pessoas não precisam esconder o que têm vontade de fazer”, diz Vagner.
Embora a categoria de chifres não exista no livro de recordes, a solicitação foi mandada na espera da criação da nova modalidade. Segundo o manual de critério do Guinness, uma inscrição válida deve ser caracterizada por um feito mensurável, verificável e passível de ser superado.
Vagner destaca que nunca viu nenhum outro corno no mundo assumido como ele, e descreve ser revolucionário em comparação aos “machos alfas que tentam provar algo”. “Estou sendo livre e feliz, quem ri por último sou eu”, comemora.
O casal se conhece desde a infância e engatou um relacionamento dentro da igreja evangélica. Após sete anos de crise e um ano separados, Bella e Vagner reataram com uma grande mudança no casamento, mas com um objetivo em comum: o prazer pela “traição consentida”. Desde que assumiram o estilo de vida liberal, as famílias dos produtores de conteúdo aceitaram sem problemas. Os amigos, no entanto, se afastaram.
Na exploração do fetiche consentido e desejado pelos dois, Bella descreve que é o marido quem busca os parceiros com quem ela irá se relacionar. É Vagner quem conversa e combina com o outro homem, porque “os homens conhecem os instintos dos homens”, e vice-versa. “Ele procura um cara que me trate tão bem quanto ele me trata”, explica a influenciadora.
Há 19 anos em um relacionamento aberto com a influenciadora Bella Mantovani, Vagner afirma que sua parceira já teve mais de 100 relacionamentos extraconjugais consentidos, muitos deles registrados em conteúdo adulto. Ele diz que não apenas aceita, mas sente prazer em assistir Bella com outros homens.
Relacionamento aberto e polêmica
O casal defende que essa dinâmica fortalece a união e garante viver sem tabus. "Seguimos nossas próprias regras, e isso nos faz felizes", diz Vagner, que já enfrentou críticas nas redes sociais.
Na hora do ato, a regra é clara: o casal faz tudo junto baseado em combinados prévios. Como Bella e Vagner são bisexuais, ambos têm que curtir o(s) convidado(s). “Eu sinto prazer em vê-la sentindo prazer e em ver o outro cara sentindo prazer também”, esclarece Vagner, ressaltando que, dentro do fetiche, alguns adeptos apreciam a parte da humilhação.
Para Bella, o parceiro deve se sentir bem. Dentro do fetiche, existem diversas categorias, e Vagner aprecia sempre assistir. “Gosto de ver acontecer na minha frente, sentir o cheiro, o calor, tocar”, relembra.
Em caso de ciúmes, a prioridade é sempre a relação dos dois. “A Bella já percebeu no meu olhar que eu estava ficando enciumado enquanto ela ficava com outro. Ela parou e falou que não ia rolar. O cara entendeu e acabou não acontecendo”, conta Vagner.
O casal faz sucesso na venda de conteúdo adulto e já tiveram mais de uma centena de experiências extraconjugais juntos. Entre tantas músicas que debatem sobre traição na cultura brasileira, Vagner argumenta que é algo natural, mas cercado de vergonha: “O recado que a gente deixa para as pessoas é: seja feliz, viva a sua vida intensamente, não se submeta aos preconceitos.
Agora, ele aguarda a resposta do Guinness para oficializar o título. Enquanto isso, o caso continua gerando curiosidade e debates sobre relacionamentos não-monogâmicos.
Com a matéria:96.5 Tupi FM
Editado por : José Carlos
