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EX-PASTOR CONDENADO POR ESTRUPAR E AMEAÇAR SOBRINHA DE 7 ANOS EM MT É PRESO NA FRONTEIRA DO PARAGUAÍ

EX-PASTOR ESTUPA SOBRINHA DE 7 ANOS ATÉ DESMAIAR E É PRESO

10/06/2025 às 17h23
Por: Redação Fonte: Jose Carlos
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Ex-pastor condenado por estuprar e ameaçar sobrinha de 7 anos em MT é preso na fronteira do Paraguai

Na última sexta-feira (6), a Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um pastor de 33 anos, condenado a 35 anos de prisão por estupro de vulnerável. Conforme informações do Metrópoles, o crime ocorreu em 2011, quando ele abusou sexualmente da sobrinha, então com 7 anos, em Jaciara (MT). A vítima só denunciou o caso em 2021, após anos de silêncio por medo das ameaças do tio, que dizia: “Te mato se falar”.

Segundo as investigações, os abusos aconteceram repetidas vezes na casa do religioso, que acolheu a menina e sua mãe. Em um dos episódios mais violentos, a criança desmaiou e não se lembrava do ocorrido. O mandado de prisão foi expedido pela Terceira Vara Criminal de Jaciara, mas o acusado estava foragido até ser capturado em Ponta Porã (MS).

O caso só veio à tona quando a vítima, já adulta, decidiu romper o silêncio e procurou a polícia. Após a coleta de provas, o pastor foi condenado a 35 anos de prisão em regime fechado.

O criminoso foi capturado na última semana, em Ponta Porã/MS – cidade localizada na fronteira com o Paraguai.

O mandado de prisão definitiva foi expedido pela Terceira Vara Criminal de Jaciara (150 km de Cuiabá), local onde o crime ocorreu, em 2011. Segundo as investigações, a vítima, que na época tinha sete anos, foi abusada sexualmente por diversas vezes pelo próprio tio, que era pastor e a acolheu em sua residência.

A denúncia foi formalizada apenas em 2021, quando a vítima procurou a delegacia e relatou os abusos sofridos. Ela revelou que, por medo das ameaças do agressor — que dizia que mataria ela e sua mãe caso contasse algo —, permaneceu em silêncio por anos. Em um dos episódios mais graves, a vítima chegou a desmaiar e não se lembrava do que havia acontecido.

Após a coleta de provas e o devido processo judicial, o investigado foi condenado a 35 anos de prisão em regime fechado. Desde então, ele era considerado foragido da Justiça.

A prisão do condenado representa uma resposta ao clamor por justiça da vítima e reafirma o compromisso das forças de segurança no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes.

 

Editado por: José Carlos

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