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CLIENTE DAR GORJETA DE R$ 27 MIL NO LUGAR DE R$ 27 POR ENGANO E É INFORMADA DE QUE NÃO PODERIA SER REEMBOLSADA

CLIENTE ERRA O VALOR DE GORJETA E TABACARIA SE RECUSA A DEVOLVER

26/06/2025 às 23h55 Atualizada em 27/06/2025 às 10h33
Por: Redação Fonte: DCM
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CLIENTE DAR GORJETA DE R$ 27 MIL NO LUGAR DE R$ 27 POR ENGANO E É INFORMADA DE QUE NÃO PODERIA SER REEMBOLSADA

Cliente dá gorjeta de R$ 27 mil no lugar de R$ 27 por engano e é informada de que não poderia ser reembolsada

Cupom fiscal da compra no estabelecimento. Foto: Reprodução

A professora Linda Mathiesen, da Califórnia, passou por um grande susto ao tentar deixar uma gorjeta de US$ 5 e, sem perceber, digitar três zeros a mais, totalizando US$ 5.000 — cerca de R$ 27 mil. O erro aconteceu em uma loja de vapes em San Bruno, onde ela comprava um gel de canabidiol para dor no ombro. Mesmo percebendo o engano imediatamente, o atendente alegou não saber como cancelar a transação.

Oferecer gorjetas é uma prática comum em diversos países. Entretanto, o hábito frequentemente gera situações polêmicas quando há algum um tipo de desentendimento entre clientes e prestadores de serviço. Foi o caso da professora Linda Mathiesen, que passou quase um ano lutando para reaver seu dinheiro após dar uma gorjeta de US$ 5 mil (cerca de R$ 27 mil) por engano em uma loja na Califórnia, nos Estados Unidos.

O caso aconteceu na loja San Bruno Exotic, na qual Mathiesen buscava um gel para dor muscular. Em entrevista a um canal de televisão local, ela conta que o produto custava US$ 129,28 (aproximadamente R$ 716). Mathiesen afirma que queria deixar uma gorjeta de US$ 5 (cerca de R$ 27) para o atendente e, ao digitar o valor para o pagamento, confundiu a vírgula decimal com um ponto. Com isso, ela deixou uma gorjeta de US$ 5 mil no lugar de US$ 5. A consumidora também ressalta que teve dificuldade para enxergar a tela da máquina de pagamento por causa de sua altura. De acordo com ela, o balcão era alto e ela estava na ponta dos pés.

 

Editado por: José Carlos

 

 

Linda, que vive com renda fixa, tentou contato com o banco Wells Fargo mais de 20 vezes para reverter o valor. Mesmo tendo feito a reclamação logo após a compra, o banco levou meses para responder e quase encerrou o caso após oito meses, dizendo que já era tarde demais. Enquanto isso, ela enfrentou dívidas, juros acumulados e não conseguiu sequer comprar um presente para o filho que se formaria na faculdade.

Após a repercussão do caso na imprensa local, o Wells Fargo finalmente prometeu devolver os US$ 5.000 com juros. Aliviada, Linda celebrou o desfecho depois de quase um ano de angústia. “Estou tão aliviada!”, declarou a professora, emocionada com a resolução do erro que quase comprometeu sua estabilidade financeira.

 

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