As fases da demência frontotemporal podem variar de acordo com a progressão da doença; veja os sintomas
A demência frontotemporal (DFT) indica um grupo de doenças neurodegenerativas que afeta as regiões frontais e temporais do cérebro. A condição, que provoca alterações cognitivas e comportamentais progressivas, tem como sintomas mudanças de personalidade, dificuldade em falar e compreender falas, irritabilidade, tremores e rigidez muscular.
As causas da demência frontotemporal ainda não são claras. No entanto, acredita-se que a condição esteja ligada a mutações genéticas ligadas às proteínas TAU e TDP43. Essas proteínas são encontradas no corpo e ajudam as células a funcionarem corretamente.
Entretanto, por razões ainda não conhecidas, estas proteínas parecem se acumular em diferentes regiões do cérebro, alterando as funções motoras, de linguagem e de comportamento.
Essa mutação pode ser desencadeada por:
Segundo Sofia Pereira, neurologista do Instituto Nutrindo Ideais, a demência frontotemporal possui fases que variam de acordo com a progressão do quadro. São elas:
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Os principais sintomas da demência frontotemporal são:
“Sintomas específicos podem variar dependendo da forma específica de DFT que a pessoa possui, já que existem diferentes subtipos dessa doença”, observa a neurologista.
O diagnóstico da demência é feito com base na avaliação dos sintomas. O especialista pode solicitar a realização de exames como:
Não existe um tratamento específico para demência frontotemporal. O especialista pode optar em realizar abordagens de suporte para proporcionar mais qualidade de vida ao paciente, como:
A demência frontotemporal não tem cura. No entanto, as abordagens de suporte podem ajudar o paciente a lidar melhor com os sintomas e proporcionar mais qualidade de vida.
“É importante lembrar que a DFT é uma doença progressiva e os sintomas evoluem com o tempo. O tratamento se concentra principalmente em melhorar a qualidade de vida e minimizar o impacto dos sintomas”, ressalta Sofia.
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Para que pacientes com demência frontotemporal tenham mais qualidade de vida, a neurologista orienta que alguns cuidados sejam adotados, como:
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