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NOVAS IMAGENS MOSTRAM VEICULOS SENDO ARREMASSADOS EM DESABAMENTO DE PONTE ENTRE TO E MA

IMAGENS DE VEICULOS LANÇADOS EM DESABAMENTO DA PONTE JK

20/03/2026 às 20h48
Por: Redação Fonte: CGN.inf.br
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NOVAS IMAGENS MOSTRAM VEICULOS SENDO ARREMASSADOS EM DESABAMENTO DE PONTE ENTRE TO E MA

É real: imagens impressionantes mostram caminhões e moto voando em queda de ponte

O acidente aconteceu em 22 de dezembro de 2024 e deixou 14 mortos, três desaparecidos e um ferido. Segundo a Polícia Federal, o colapso foi causado.

Novas imagens mostram o momento exato do desabamento da ponte JK, entre Aguiarnópolis, no Tocantins, e Estreito, no Maranhão. Nos vídeos, caminhões e uma moto são arremessados quando a estrutura cede e parte da ponte cai no Rio Tocantins.

O acidente aconteceu em 22 de dezembro de 2024 e deixou 14 mortos, três desaparecidos e um ferido. Segundo a Polícia Federal, o colapso foi causado pela deformação do vão central, agravada pelo excesso de peso dos veículos.

A ponte, construída em 1960, já apresentava problemas e era alvo de reclamações há anos. Antes da queda, moradores e autoridades locais alertavam para os riscos.

As indenizações às vítimas seguem na Justiça. O DNIT informou que busca soluções para agilizar os processos. A nova ponte foi inaugurada exatamente um ano após a tragédia.

Entre as vítimas, estão pelo menos oito paraenses. As vítimas eram moradores de Dom Eliseu, Tucuruí e Novo Repartimento. As imagens foram captadas por uma câmera instalada em um caminhão. O material foi divulgado pela advogada Mellissa Fachinello, que presta serviços à empresa proprietária de um dos veículos que caíram no rio. Segundo ela, a publicação também tem o objetivo de chamar atenção para a falta de indenizações aos pescadores e de apoio às famílias das vítimas.

De acordo com a advogada, o caminhão e o motorista que aparecem nas imagens foram retirados do rio após o acidente. Ela afirma ainda que, até o momento, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) não iniciou o pagamento de indenizações aos pescadores afetados. A profissional também atua na defesa da categoria.

Imagens mostram momento exato do desabamento da ponte e veículos caindo no rio | Foto: Reprodução
 
Imagens mostram momento exato do desabamento da ponte e veículos caindo no rio | Foto: Reprodução

Em nota divulgada à imprensa, o DNIT informou que as demandas relacionadas às indenizações estão judicializadas, com diversas ações em andamento propostas por particulares, órgãos públicos, como o Ministério Público, e entidades da sociedade civil.

Na publicação, Mellissa Fachinello também fez um desabafo ao cobrar providências. Segundo ela, a tragédia poderia ter sido evitada com manutenção adequada e fiscalização, e destacou que as famílias seguem sem respostas e reparação.

Confira o que diz na íntegra a nota do DNIT

 

O DNIT informa que as demandas relacionadas às indenizações decorrentes do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek, ocorrido entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), em dezembro de 2024, encontram-se atualmente judicializadas.

Há diversas ações em tramitação, ajuizadas por particulares, por entes públicos — como o Ministério Público — e por organizações da sociedade civil. Nessas demandas, são discutidos diferentes tipos de indenização, incluindo danos materiais, danos morais, lucros cessantes e eventuais danos ambientais.

Nesse contexto, estão em tratativas, junto à Justiça Federal, iniciativas voltadas à realização de mutirões com foco na busca de soluções consensuais, com o objetivo de conferir maior celeridade e efetividade às respostas às famílias atingidas. Também há a possibilidade de celebração de acordos, observados os procedimentos e critérios estabelecidos na Portaria nº 498/AGU, a partir da análise de viabilidade jurídica e administrativa das propostas apresentadas pelas partes envolvidas.

No momento, não é possível estabelecer uma previsão geral para o pagamento das indenizações. No caso das ações judiciais, eventuais pagamentos dependerão do regular andamento processual e ocorrerão por meio de requisições judiciais, como precatórios ou RPVs (Requisições de Pequeno Valor), após decisão definitiva.

A condução das demandas judiciais envolve a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU), por meio do DNIT e dos órgãos de representação judicial da autarquia, em articulação com o DNIT e demais órgãos competentes.

As famílias interessadas devem acompanhar o andamento de seus processos por intermédio de seus advogados, no caso de ações individuais, ou por meio do Ministério Público e de associações representativas, nas ações coletivas.

Por fim, destaca-se que há diversas ações judiciais em curso sobre o tema, em diferentes fases processuais — incluindo fase inicial, produção de provas, análise judicial e tentativas de conciliação —, o que reforça a complexidade do caso e a necessidade de tratamento individualizado das demandas.

 

 

Por: José Carlos

Fonte:CGN.inf.br

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