
Segundo especialistas, o HMPV não é uma "nova ameaça" e é um vírus comum que circula no mundo há mais de 60 anos. A doença respiratória causa sintomas leves e nos casos mais graves leva a pneumonia. Ainda não existem tratamentos ou vacinas.
De acordo com informações publicadas pelo The New York Times, autoridades chinesas reconheceram o aumento nos casos de HMPV, mas reforçaram que o vírus não representa uma grande preocupação. O coronavírus, que causa a covid-19, era um patógeno novo e as pessoas não tinham respostas imunológicas a ele.
O HMPV é um vírus respiratório que causa infecções nas vias respiratórias superiores e inferiores, e foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2004. Desde então, o vírus tem sido monitorado como parte das atividades de vigilância epidemiológica do ministério, que inclui a coleta e análise de dados sobre doenças respiratórias. É um vírus conhecido no mundo e comum em casos de síndrome gripal (casos leves), podendo eventualmente evoluir para casos de síndrome respiratória aguda grave que requerem internação.A vigilância do HMPV é realizada através do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica (Sivep), com a identificação de casos por meio dos Núcleos Hospitalares de Epidemiologia (NHEs) em serviços de saúde. Esses núcleos monitoram a circulação de diversos patógenos respiratórios, incluindo o HMPV, em diferentes regiões do país.
Essa é uma história que ninguém quer viver de novo: um vírus que provoca uma doença respiratória está se espalhando pela China, provocando um novo surto.
Embora seja cedo para fazer qualquer comparação com a pandemia de covid-19, o Ministério da Saúde brasileiro informou que acompanha “atentamente” o surto de metapneumovírus humano (HMPV) registrado nas últimas semanas por lá.
Segundo a pasta, o vírus responde por uma série de infecções respiratórias identificadas no país, sobretudo entre crianças.
“Até o momento, não há alerta internacional emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas a vigilância epidemiológica brasileira está em constante comunicação com autoridades sanitárias da OMS e de vários países, incluindo a China, para monitorar a situação e trocar informações relevantes.”
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